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Ricardo Bahia e Carol Schrape fazem bonito nas águas do Mar Vermelho e representam o Brasil na terra dos Faraós
Na foto ao lado, Ricardo Bahia e Carol Schrape: a brava e pequena grande equipe brasileira no Mundial de Apnéia 2008 (clique para ampliar).
Após uma longa e cansativa viagem de mais de 24 horas com escalas em Amsterdã e Cairo, Ricardo da Gama Bahia, que com Carolina Schrape formou a equipe brasileira no Campeonato Mundial de Apnéia de 2008, chegou, no dia 30 de agosto, às 7:30 da manhã, à cidade sede da competição, Sharm el Sheik, balneário às margens do Mar Vermelho, no Egito. O cansaço da viagem e as seis horas de diferença do fuso horário brasileiro cobraram seu preço: o primeiro dia na terra dos Faraós foi inteiramente dedicado a uma deliciosa e necessária soneca. Nos dois dias seguintes, a equipe brasileira e os outros 17 times de diferentes nacionalidades, várias deles com muito mais tempo e recursos para ambientação no Egito, ajustaram seus relógios biológicos, configuraram seus equipamentos para as provas que se avizinhavam e treinaram muito lastro constante nas águas quentes e cristalinas do Mar Vermelho; e apnéia estática e dinâmica com e sem nadadeiras nas águas tórridas das piscinas do luxuoso Sharm Club, hotel que hospedou as equipes, sediou a solenidade de abertura, realizada na noite do primeiro dia de setembro, e as competições de apnéia estática e apnéia dinâmica com e sem nadadeiras. O dia seguinte, 2 de setembro, Ricardo Bahia e Carol Schrape, que desembarcou em Sharm el Sheik no dia 20 de agosto, participaram dos treinos oficiais de lastro constante e anunciaram as profundidades que desejavam atingir nas provas do dia seguinte. Apesar do mar muito agitado, as provas de lastro constante com nadadeiras obedeceram ao cronograma estabelecido pela direção do Mundial e iniciaram na manhã do dia 3 de setembro. Ricardo Bahia, atleta patrocinado pela Fun Dive, desceu à profundidade de -56 metros, bateu em 1 metro sua marca anterior, e retornou à superfície com o novo recorde brasileiro masculino em lastro constante com nadadeiras. Na foto ao lado, Ricardo Bahia comemorando o novo recorde brasileiro masculino nas águas azuis do Mar Vermelho. É do Brasil! (clique para ampliar).
Carol Schrape também não fez por menos: anulou a desclassificação imposta por um dos diretores da prova, que alegou que a atleta brasileira teria “batido o rosto na água ao regressar à superfície”, superou sua marca anterior, e também quebrou o recorde brasileiro feminino de lastro constante, com a profundidade de -67 metros. Nas provas em piscina, Ricardo Bahia, um dos mais bem sucedidos e elogiados atletas da competição, registrou um tempo de 6 minutos e 45 segundos na apnéia estática, ou 59 segundos abaixo de sua melhor marca pessoal homologada pela AIDA, o recorde pan-americano com 7 minutos e 44 segundos. Carol fez 5 minutos e 35 segundos. Na competição de apnéia dinâmica com nadadeiras, Ricardo Bahia, com a distância de 159 metros, bateu em 2 metros o recorde brasileiro que também era seu, mas perdeu 10 pontos e o reconhecimento da marca por ter, na saída, segundo o entendimento da direção da prova, se apoiado na raia da piscina antes de estar com as vias aéreas fora d`água. Carol Schrape alcançou, na mesma prova, a distância de 99 metros. Para saber mais sobre as performances de Carol Schrape e Ricardo Bahia, atleta patrocinado pela FUN DIVE e instrutor do curso Apnéia Avançada, cuja próxima turma será realizada nos dias 22, 23 e 24 de setembro, das 19:30 às 22:30 horas, na escola de natação Estilo, filial Barra da Tijuca, à Estrada da Barra da Tijuca, 426, entre em contato pelo e-mail
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ou pelos telefones 9981-8984 e 2487-7234.
* Notícia enviada por Eduardo Leite, assessor de Imprensa de Ricardo Bahia. Veja também o Álbum de fotos.
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